Sal de Epsom: de 100% natural a 100% industrial

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A designação de “sal de Epsom” é oriunda de Inglaterra, onde foram descobertas fontes de água muito rica em sulfato de magnésio.
Desde o início do Séc. XVII que a pequena cidade de Epsom, localizada nos arredores rurais de Londres, viu a sua expansão em torno das propriedades do sal encontrado naquelas águas extremamente amargas. Foi uma das primeiras cidades-SPA de toda a Grã-Bretanha, onde afluíam membros das Casas Reais e das Cortes europeias. Hoje, limitados pela pouca quantidade de sal de Epsom [sulfato de magnésio] nas suas fontes e a falta de competitividade com outros locais emergentes, em geral, resta apenas uma bomba de água, onde qualquer pessoa pode adquirir a água directamente.

Os benefícios medicinais deste sulfato de magnésio natural, foram desde logo reconhecidos por químicos e farmacêuticos da época, tendo Nehemiah Grew formalizado esse conhecimento em 1695, num livro sobre “os sais amargos purgantes”, dando-lhes o nome da cidade mais próxima, Epsom. Este destaque mereceu-lhe a concessão de uma patente real, conferindo-lhe a exclusividade na produção do sal de Epsom que rapidamente se tornou económico e acessível ao balcão. As deslocações às fontes onde este sal [sulfato de magnésio, sal de Epsom] ocorria naturalmente, foram diminuindo com o tempo até se extinguirem totalmente.

A Rainha D. Catarina de Bragança, portuguesa de nascença e educação e cujos hábitos influenciaram directamente a corte e a cultura inglesas, dava o seu patrono a Bath que ascendeu a cidade-SPA mais em voga de todas as nações europeias.
Possivelmente devido à perda de interesse por estas águas amargas, cujo declínio era irreversível dada a limitação dos próprios recursos naturais a que se reconhecem os benefícios medicinais, nunca houve uma protecção da denominação “sal de Epsom”.

Hoje, “sal de Epsom” é apenas um termo técnico que designa todos os sulfatos de magnésio existentes, independentemente da sua origem e/ou processo de produção.

Actualmente, existem três fontes de sulfato de magnésio:

1. Produção integralmente natural 

Sulfato de magnésio Epsom Health® 100% natural, não processados. "O" sal de Epsom.

Este é o sulfato de magnésio que ocorre naturalmente na natureza e que deu origem à denominação “sal de Epsom”.

2. Produção parcialmente industrial
Este sulfato de magnésio tem origem em minas de grande profundidade de água marinha [salgada]. É processado industrialmente para retirar os minerais, cloreto de sódio, que estão presentes, até restar o sulfato de magnésio, com ou sem resíduos de outros minerais, sendo posteriormente re-hidratado.

3. Produção integralmente industrial
Sulfato de magnésio produzido em laboratório, por processo totalmente industrial.

Dizer que o “sal de Epsom” é todo igual, é o mesmo que afirmar que os vinhos “do Porto” e “do Douro” podem ser produzidos a partir de castas não autóctones da região demarcada do Douro ou até, totalmente criados em ambiente laboratorial, sem intervenção da natureza.

 

O sulfato de magnésio da Epsom Health® é 100% natural e de qualidade superior, não processado, livre de metais pesados e não contaminado. Naturalmente produzido na União Europeia.
Se a designação sal de Epsom tivesse sido registada, poderíamos afirmar com toda a segurança que se trata de sal de Epsom genuíno.

Para saber o que caracteriza e distingue os sais mais comuns e os sais de Epsom de diferentes origens, recomendamos a leitura do nosso artigo: A cada sal, a sua propriedade!

Testemunhos

Isabel Lança Santana, Gestora de Informação de Gestão

"Sou portadora de síndrome auto-imune, cujos sintomas se revelaram extremamente debilitantes.  De tal forma incapacitante que nem a terapia imuno-supressora foi satisfatória.  Por uma feliz coincidência, pude experimentar os banhos mineralizantes Epsom Health®, com resultados muito animadores na minha qualidade de vida, nomeadamente ao nível da quase erradicação da inflamação dos tecidos.  Actualmente faço-os regularmente com alguma medicação... e sim, faz toda a diferença no meu dia-a-dia!"

Ana Sanchez, Naturopata, Homeopata e Hipnoterapeuta

 

Tomei o meu primeiro banho com os sais, foi depois de um dia bastante intensivo a nível físico e como por milagre, recuperei bem e fiquei com a minha pele bastante macia, ela que é super seca.
Vou continuar, obrigado.

Conceição Espada, especialista em Gestão de Stress

Nos primeiros cinco minutos de banho, senti um relaxamento total.  Nos minutos seguintes, senti-me revigorada, também a nível mental.
Depois do banho, a cabeça mais revigorada, mais limpa, mais desperta, sem nevoeiro.